Mostrando postagens com marcador Ovos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ovos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Brigadeiro de chuchu

Vi no grupo Pensando Magro alguém falar desse tal de brigadeiro de chuchu e pensei "naah", nunca, nunquinha, nem em um milhão de anos essa parada vai ficar boa. Parabéns para a minha cuspida pra cima que voltou, bem no meio da minha testa. Essa parada com chuchu, não só da certo, como fica bom.
Achei uma receita bem bonitinha no Bom é ser feliz, olha lá :)

*Ingredientes
1 chuchu
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 gema
4 colheres (sopa) de leite em pó desnatado
1 colher (chá) de maisena
4 colheres (sopa) de cacau em pó

*Modo de preparo
Comecei descascando o chuchu, picando o chuchu em cubinhos e fervendo o chuchu com a essência de baunilha até que o chuchu ficasse macio.
Então, lá foi ele pro liquidificador junto com a gema, o leite em pó desnatado e a maisena pra bater até misturar tudo e virar um caldinho ligeiramente verde. Se você for ver na receita o próximo passo é coar esse caldinho pra depois misturar o cacau. Bem, passei super reto por isso de coar e parti direto pra parte do cacau, que no caso não foi cacau... Rodei Caieiras inteira, mas não achei cacau em pó, então fiz a heresia de colocar achocolatado. Sem julgamentos, foi uma emergência, já até comprei cacau em pó pra próxima vez, tá?
Bom, a partir daí é só fazer como se fosse brigadeiro normal, cozinhar em fogo baixo até ver o fundo da panela. Quando chegou no ponto de brigadeiro, coloquei num prato e deixei esfriar.
Na hora de comer, todo mundo desconfiado, pegando só a pontinha da colher até o primeiro "e não é que é bom mesmo".
Assim, se você estiver com vontade de um doce e quiser usar essa receita como opção pra substituir o leite condensado, manteiga e achocolatado do brigadeiro normal, vai em frente. Mas se você ta com a larica do brigadeiro, daquelas de sonhar com a bolinha enrolada no granulado, amiga, faz brigadeiro mesmo, chama as colega, come e pronto.
Fica bem parecido, mais leve que o brigadeiro normal, ainda falta um tchã, mas vai salvar muita R.A. de jacada fenômeno.

xx

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Panqueca Americana

A ideia não era fazer essa receita.Tava com tudo esquematizado pra fazer outra coisa, completamente diferente. Tinha lido a receita e até verifiquei se tinha todos ingredientes, mas não tinha, faltava um, que eu esqueci de comprar. Então o link nada sugestivo que a Priscila me mandou virou a receita da semana: panquecas gringas! E já deixo aqui minha adimiração pela disposição matutina dos colegas ao norte do continente, porque até de esquentar o pão no grill de manhã, eu tenho preguiça. Como de prache, receita original no Umbigo sem Fundo (???) 

*Ingredientes
1 ovo
3/4 xícara de farinha
1 colher de manteiga derretida
1/2 xícara de leite
1 colher de sopa de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento em pó
óleo para untar

*Modo de preparo
Se você teve a curiosidade de entrar no blog de onde eu tirei a receita e ver o modo de preparo, notou que as instruções são, basicamente, mistura tudo e frita. Então... Oh, well, here I go. 
Coloquei todos os ingredientes numa tigela, muito maior do que o necessário, diga-se de passagem, e misturei tudo, menos o fermento, que só coloquei quando a frigideira já estava com óleo em cima da boca acesa do fogão.
Quando o fermento começou a fazer as coisas que fermento faz, já fiquei meio tensa, porque a masa estava crescendo e não tinha nada que eu pudesse fazer, só tinha uma frigideira, o que me limita a uma conchada de massa por vez. Infelizmente, o restante dela continuaria crescendo, esperando pacientemente sua vez de virar panqueca.
Não sei se eu fui muito ansiosa, mas não ia conseguir deixar a massa fritando dois minutos até virar do outro lado, como ta falando na receita original, quer dizer, eu queria panqueca, não torrada. E não vem me dar recomendação besta, porque sim, o fogo estava bem baixinho.
Aí, visualiza: um lado da panqueca ta quase queimando, o outro nem chegou perto de começar a fritar e eu tenho que virar o treco todo. O resultado foi essa panqueca ~bunita~ aí da foto. A receita acabou rendendo seis panquecas meia boca.
Pra cobertura, que nenhuma panqueca é realmente americana se não tem cobertura, não tínhamos nem o xarope que eles usam lá, nem nutella, então foi cobertura pra sorvete de caramelo, que por sinal, estava vencida, e eu só descobri no dia seguinte e porque a Priscila me falou, se não, tinha passado batido.
Apesar de ter ficado feinha e ter me dado dor de barriga, fico gostosa. Quem sabe eu tente de novo com menos fermento e esperando os tais dois minutos, só pra ver no que vai dar.

P.s.: Priscila pediu pra dizer que, apesar de tudo, ela caiu de amores pela panqueca.

xx

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pão de queijo

Há tempos quero fazer pão de queijo. Não sei o motivo exatamente, porque é obvio que qualquer pão de queijo comprado em uma padaria que se prese vai ficar melhor que o feito por mim, na minha casa, com a minha falta de prática. Mas fiz mesmo assim e na pior hora do dia que eu poderia ter escolhido: de manhã, assim que eu acordei, porque eu queria tomar café da manhã com pão de queijo quentinho... Não caiam nessa, quer pão de queijo quentinho pro café da manhã? Vá até a padaria e compre, na pior das hipóteses o microondas deixa ele quente.
Mas vamos lá. Aqui a receita que eu usei.

*Ingredientes
500 g de polvilho azedo
1 copo americano de água
1 copo americano de leite
1/2 xícara de óleo
2 ovo
100 g de queijo parmesão ralado
sal a gosto

*Modo de preparo
Comecei com o básico. Coloquei o leite, a água, o óleo e o (não em quantidade suficiente) sal em uma panela pra ferver, mas como eu disse, resolvi fazer o pão de queijo de manhã, logo depois de acordar, e eu não sou do tipo de pessoa que não sente fome de pela manhã, eu diria que, ao contrário, acordo com o estômago roncando. Esperar que os ingredientes começassem a ferver estava me deixando impaciente, então tive a brilhante ideia de tampar a panela pra fervura se adiantar. O resultado é a primeira foto da direita, ali embaixo.
Próximo passo da receita era "escalde o polvilho", mas eu tinha uma grande dúvida: como escaldar polvilho? Imaginei que fosse jogando o polvilho de uma vez, assim, no susto, no leite, óleo, água e sal que estavam muito quentes. Mas errei. Uma pena só descobrir que era pra fazer o contrário, jogar a mistura ferventada no polvilho, e não o contrário, depois de já ter feito a bagunça.
Bem... supus, provavelmente de maneira errônea, que a ordem dos fatores não alteraria o produto e segui em frente. Neste ponto da receita, quase sai no tapa com o meu namorado que queria que eu tirasse a mistura, que acabou de ser escaldada, da panela, colocasse em cima do balcão e amassasse com as mãos! Meia dúzia de gritos depois a massa já tinha esfriado um pouco e eu conseguia manusear pra amassar e sovar. 
Dei uma espiada na receita e me dei conta de que os ovos e o queijo ralado ainda não tinham sido usados e, de alguma forma, tinham que ser incorporados à massa. Considerando que a receita já estava toda errada, fazer uma caminha pros ovos e queijo, fechar a massa por cima deles e meter a mão na meleca de polvilho com ovo, era a minha melhor opção. 
Amassei e sovei com o objetivo da massa ficar uniforme, mas a fome venceu, ela virou pequenas bolinhas e foi pro forno meio esquisita mesmo. 
Longuíssimos 40 minutos depois, meus pães de queijo estavam assados! Douradinhos até, com a consistência exata de pães de queijo, mas um pouco oleosos e com gosto de chuchu... Apelamos pro requeijão e margarina na intensão de que eles emprestassem um pouquinho de sabor aos pães de queijo, mas tudo bem, a fome era tanta que eles ficaram até gostosinhos.
xx

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...