domingo, 7 de abril de 2013

Gleia de Blue Berry

Eu nunca planejei fazer geleia de blue berry. Não acordei um lindo dia e decidi comprar essas frutinhas de quase R$100,00 o quilo e fazer duas colheres de sopa de geleia. No entanto, eu fui, despretensiosamente, ao Mercado Municipal de São Paulo no fim do ano passado. Farofa. Enfiamos metade da família (10 pessoas) numa kombi e o itinerário que começou no Ceasa, acabou no Mercadão. No Ceasa tudo correu tranquilamente e eu só adquiri 10 cactos pela bagatela de R$ 15,00. Já no mercadão fui ludibriada pelas cores, formas e impecável organização das frutas e comprei não só uns R$ 12,00 de blue berry, pouco mais de 100g, e... uma pitaia, UMA PITAIA, apenas uma, que eu nem vou falar quanto custou porque já ouvi piadinhas demais por causa desse deslize...
Pelo menos a pitaia era gostosa. Diferente do blue berry, cujo gosto é quase insignificante e come-lo puro não fazia o menor sentido. Fui procurar receitas, mas a quantidade que eu comprei era insuficiente pra quase todas elas, logo, o mirtilo virou geleia!

*Ingredientes
100g de Blue Berry/Mirtilo (ou a quantidade que você tiver disponível)
100g de açúcar (ou a mesma quantidade que você usar de blue berry)
Suco de meio limão

*Modo de preparo
Inutilmente, cada vez que eu decidia fazer geleia, ia procurar uma receita daquela fruta específica. Besteira! Receita de geleia é isso que está aqui em cima: a fruta, muito açúcar e um tequinho de limão. Algumas até colocam outras coisas, mas não acho que tem como dar errado se usar esses três ingredientes, a não ser, claro, que você decida fazer geleia de banana, aí não vai dar certo mesmo.
Então vamos à receita universal da geleia. Coloque a fruta em uma panelinha, coloque o açúcar na mesma panelinha, coloque o limão na panelinha em que você colocou a fruta e o açúcar e cozinhe em fogo baixo, sem parar de mexer, até que a fruta comece a soltar um caldinho, derreta e vire geleia! 
Acho que aí está o grande segredo da geleia, saber quando a fruta, o açúcar e o limão, deixaram de ser ingredientes separados e viram geleia efetivamente, porque geleia não é nem muito líquida nem muito dura e achar esse ponto talvez seja a coisa... menos fácil, porque não chega a ser complicado, em fazer geleia: achar esse ponto. Mas, experiência própria, prefira tirar a geleia do fogo antes do ponto, assim se ela continuar aguada quando esfriar é só colocar tudo de volta na panelinha e continuar cozinhando e mexendo até que fique bom de verdade. Foi o que aconteceu na minha primeira tentativa de fazer geleia de morango.
Tenho que dizer que fazer geleia com o blue berry foi uma brilhante ideia pra salvar os quase R$ 12,00 que eu investi em pouquíssima fruta. :)

xx

domingo, 3 de março de 2013

Pepino em conserva

Vou pular a introdução que explicaria o motivo de tanto tempo sem postar e resumir a: num tá dando! :)
Essa "receita" foi minha avó quem me deu. No carro. Ela falando e eu correndo pra anotar as coisas básicas no celular. Mas é tããão difícil que se eu não tivesse anotado talvez daria no mesmo.
Momento sinceridade [on]
Fazem meses que essa conserva foi feita, terei que puxar com vontade da memória como foi executa-la, mas vamos lá.
Momento sinceridade [off]

*Ingredientes
Pepino chines (pra essa receita eu comprei 4, mas vai da quantidade de conserva que você quer fazer)
3 copos de água
1 copo de vinagre
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de sal
Tempero a gosto: cebola, alho, folha de loro, orégano, alecrim, etc.

*Modo de preparo
Desculpe, se você não é um cheff de cozinha renomado essa receita não é pra você... HAHAHA.
Ok. Parei.
Como essa receita veio de boca para celular não tenho como colocar um link direcionando pro modo de preparo original e mais organizada do que essa bagunça de explicação que eu faço aqui, mas juro que vou tentar ser didática.
Segundo minha avó o primeiro passo é lavar os pepinos e cortar em pedaços. Eu cortei o pepino em quatro pedaço (horizontais) e depois cada pedaço em mais quatro pedaços (longitudinais...), mas no fim achei que o pepino podia ter ficado mais comprido.
Próximo passo é colocar os pedaços de pepino em um pote e salgá-los. Eu peguei um potinho, mas pode ser uma travessa, um prato, qualquer lugar onde os pepinos não escorreguem. Fiz camadas de pepino jogando sal por cima, então ficou, uma camada de pepino sal, bastante sal, outra camada de pepino, sal e assim até acabar o pepino.
Agora que você já leu muitas vezes a palavra pepino vai poder esquecer dele um pouquinho, porque ele tem que ficar salgando por pelo menos 1 hora, e você vai aproveitar pra fazer a água temperada que vai mantê-los conservados.
Muito simples. Só colocar tudo em uma panelinha, água, vinagre, sal, açúcar e os temperos; eu coloquei meia cebola, um dente de alho, três folhas de loro, um punhado de orégano, uns cinco talinhos de alecrim e mais umas folhas que eu não sei bem o que eram, mas estavam no quintal e minha mãe aprovou... prometo que na próxima serei mais exata com as quantidades... :(
Aí liga o fogo e deixar a mistura esquentar e ferver por uns dez minutos, ou até você achar que o cheirinho bom de tempero já invadiu a casa toda.
Coe a água, porque você não quer orégano olhado na sua conserva, e vamos voltar pro pepino.
Não sei dizer se o certo é lavar o sal do pepino antes de colocar na conserva, mas me pareceu mais... sensato, então eu fiz. Com o escorredor de macarrão tirei o excesso de sal do pepino, num antigo pote de palmito ajeitei os pedacinhos do pepino pra caber mais e ficar mais bonito e completei o vidro com a água temperadinha. Aí acabou! Só esperar esfriar e colocar na geladeira. Quanto mais tempo o pepino ficar na conserva antes de comer, mais ele absorve o sabor do tempero e mais gostoso ele fica! :)

Dica: da pra fazer conversa de várias coisas, pepino, cenoura, cebola, alho e fica tudo ÓTIMO! Vale tentar.  E usar vinagre de vinho também é uma boa ideia. :)
xx

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cupcake de "Mirtilo"

Faz tempo que eu comprei um livro com receitas e dicas sobre cupcake. Até falei dele aqui, mas acabei usando o livro umas duas vezes, sendo esse post, a segunda. O que eu posso dizer pra vocês é, antes tarde do que nunca!
Essa foi uma receita toda especial, não apenas por ser cupcakes, que estão na moda e são um saquinho pra fazer, nem porque eu comprei o corante e o tal do açúcar impalpável há séculos e tinha que usar antes que tudo vencesse, mas porque são azuis! Se você já leu a saga Percy Jackson e os Olimpianos eu nem preciso explicar, mas se você não é um afortunado que teve a chance de mergulhar na coleção do Rick Riordan, que é um arraso, vou fazer a gentileza de te deixar por dentro: em datas comemorativas, como o aniversário do Percy, ou só pra deixar ele feliz mesmo, a mãe dele faz comida azul, acho que é porque o pai dele é Poseidon e tal. Como eu acabei semana passada o último livro lançado pelo Rick, "Filho de Netuno", achei que ia ser perfeito fazer o bolinho azul agora.
Escolhi a receita do cupcake de mirtilo, porque tinha ingredientes mais simples que já estavam no jeito... a não ser o mirtilo em si. Então eu fui prática: substituí o mirtilo por granulado azul :)

*Ingredientes - Massa
1 ovo
100g de açúcar
40g de manteiga derretida
150g de creme de leite
120g de farinha de trigo
10g de fermento
uma pitada de sal
70g de mirtilo congelado (ou não)

*Modo de preparo
Não gosto muito de receita que da a quantidade dos ingredientes em gramas, não tem balança em casa, ou melhor, nenhuma boa de verdade pra medir direitinho o quanto a receita pede. Ainda que açúcar e farinha de trigo tudo bem porque todo copo de medida tem lá a quantidade em gramas, o que complicou foi o creme de leite, já que na caixinha ta escrito 200ml e não tem em lugar nenhum o peso.
Mas comecei mesmo assim. Preaqueci o forno a 200º e misturei numa tigelinha o ovo e o açúcar, coloquei pra bater e fui jogando a manteiga derretida sem parar de mexer, como indicava a receita.
Numa outra tigela misturei, a farinha e o sal, porque só tinha farinha com fermento em casa, então achei melhor não colocar mais, antes um cupbrouwnie do que um cake transbordando pela forminha. Antes de misturar os ingredientes secos com os líquidos coloquei o fator felicidade junto com o açúcar o ovo e a manteiga: o corante azul!
Depois que eu misturasse tudo o próximo passo era colocar a massa nas forminhas e levar os bolinhos pra assar. Tudo bem! Já tinha começado a jogar a massa azul na farinha quando, epa, lembrei do creme de leite. Corri no livro de receita pra procurar onde eu devia ter colocado o ingrediente problema, o único que eu não tinha a quantidade certa. Era pra ter misturado depois da manteiga, antes do corante, com o açúcar e o ovo. Peguei a balança zoada que tinha mesmo e virei a caixinha toda no copo de medida, deu naquelas 150g, foi a caixinha toda! Não dava pra ficar pensando muito com o fermento começando a reagir.
Aí o que era pra ter mexido delicadamente foi tudo pra batedeira. Aqui não tem essas coisas de bolo fresco, só bolo macho, bruto, que aguenta com batedores!
Quando todos os ingredientes pareciam bem misturados, dividi a massa nas forminhas e coloquei no forno. A temperatura ficou um pouco baixa, então eles demoraram bem mais de 20 minutos pra assar, como dizia na receita, acho que levou bem seus 40 minutos. O bom é que, ter batido tudo ao invés de mexer delicadamente deu perfeitamente certo.
Segunda etapa: cobertura.

*Ingredientes - Buttercream
200g de manteiga sem sal amolecida
280g de açúcar impalpável
45ml de leite
1 colher (chá) de essência de baunilha (mas se a sua tiver vencido há uns 8 meses, que nem a que tinha aqui, deixa quieto)

*Modo de preparo
Facin. Mistura metade do açúcar com o restante dos ingredientes até ficar cremoso.
Agora, modéstia a parte, que beleza de amolecimento dessa manteiga. Como era só pra amolecer e não pra derreter, cortei o pedaço a manteiga em pedaços mais finos do que o bloquinho de 100g, e o pedacinhos ficaram um tico no microondas, coisa de 15 segundos, aí amassei com um garfo pros pedaços gelados misturarem com os quente e ela amolecer por igual! 
Mas voltando à cobertura no geral. Misturei, misturei, continuei misturando e concluí que meu conceito de cremoso estava errado, porque não havia o que deixasse a mistura lisinha e bonita. Achei que colocar o resto do açúcar podia ajudar, ajudou, pelo menos nos 3 minutos logo depois que eu parei de bater. Pela foto aqui de baixo da pra ver que o creme ta bem firme como uma cobertura deve ser. É, mas não sei se é da natureza do buttercream ou se o corante teve sua parcela de culpa, mas o negocio começou a amolecer e perder forma.
Corri pra estrear meu material de confeiteira, o saquinho e o bico de confeitar, antes que o buttercream virasse água.
No fim deu certo. O granulado e as estrelinhas deram uma força pra disfarçar a cobertura desmantelando e ,depois de gelada, ela acabou ficando durinha. 
Não ficou o cupcake mais lindo do mundo, mas uma coisa nós comprovamos: comida azul deixa a gente feliz de verdade!
xx

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Noite do Pastel

Não fizemos receita nenhuma propriamente dita, mas a noite o pastel foi memorável.
Família reunida aqui em casa com um único objetivo: fazer pastel. Compramos a massa pronta e fizemos os recheios. Carne, carne com queijo, atum, carne seca, só queijo, até de salsicha acabou saindo um ou outro pastelzinho. 
De sobremesa? Mais pastel! Pastel de chocolate, chocolate com morango, romeu e julieta, e no dia seguinte, porque os 8Kg de massa obviamente não foram consumidos apenas no sábado a noite, tinha pastel de maçã e banana com canela ou chocolate.
Eu, se fosse você, tentava.

xx

terça-feira, 3 de julho de 2012

Berinjela no Facebook

Sim! Agora o Berinjela na Panela também está no facebook!
É só clicar AQUI e dar um curtir pra saber o que rola por aqui e lá pelo face também.
Ainda estou pegando o jeito dessa coisa de fan page, mas já já a coisa fica bacana :)


Também estou tentando colocar a opção curtir aqui no menu lateral do blog, mas ó, não tá fácil. Assim que eu conseguir aviso vocês.

xx

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Bolo de Chá Verde

Oh, não vou ficar pedindo desculpas pela demora em atualizar aqui. Faço as coisas quando sinto vontade, o que não estava acontecendo até agora, não adianta forçar. Pronto? Pronto.

Vi essa receita AQUI, pesquisando por uma outra receita qualquer e a onda de ficar magra e do chá verde que supostamente faz milagres me fez querer tentá-la. Honestamente, esse bolo entrou pro Top 5 de receitas mal sucedidas. Fica vendo.

*Ingredientes
4 ovos
1 copo de iogurte integral ou light natural
1 copo (de iogurte) de óleo vegetal
4 colheres (sopa) de chá verde
1 pacote de gelatina sabor limão
300 g de farinha de trigo peneirada
120 g de açúcar qualquer quantidade de adoçante culinário
1 colher (sopa) de fermento químico em pó

*Modo de preparo
Observação importante: na receita original diz "junte os secos: a farinha de trigo, o açúcar, a gelatina e o fermento em pó". Tem chá verde na lista de secos? Não, né? Então vamos.
Foi o que eu fiz, separei num recipiente a parte os ingredientes secos, menos o açúcar, que eu inventei de substituir por adoçante culinário e achei que colocando uma quantidade X, ia ficar bom. 
O que eu fiz depois? Peguei uma caneca, coloquei água, esquentei, fiz o chá verde, todo bonito e reservei pra colocar junto com os outros ingredientes no liquidificador, como dizia a próxima etapa da receita. Coloquei o óleo, o iogurte, os ovos, mas quando fui colocar o ché verde, que já estava pronto na canequinha, achei que pra um bolo que recebia o nome do ingrediente, a quantidade de chá verde era meio insignificante, foi aí que deu um clique, talvez não era pra eu ter feito o chá e colocar 4 colheres dele na massa, e sim pra colocar 4 colheres da folha que faz o chá!
Se era isso ou não, eu fiz. E lá se foram todos os saquinhos pra fazer chá verde que tinha em casa.
Continuei seguindo a receita, que cá pra nós é super simples, quando mais um pequeno deslise aconteceu: untei uma forma muito grande pra quantidade de massa que acabou rendendo, mas acabei usando ela mesma e mandei pro forno.
Assim... não ficou ruim, mas também não foi exatamente um sucesso. E eu pude constatar que:
1- Não devia ter substituído o açúcar. Na verdade fiz a troca porque o bolo ia pra um almoço de família onde dois avôs são diabéticos, foi mais pra ficar democrático, mas acabou que o bolo tava meio sem gosto.
2- Provavelmente era a folha do chá mesmo e não o chá pronto, porque pelo menos com um gostinho de chá verde ficou, coisa que dificilmente teria acontecido se eu tivesse colocado aquela aguinha rala que ficou o chá pronto.
3- Devia ter largado de preguiça e untado outra forma menor, pro bolo ficar mais bonito.

Tomo mundo comeu e o bolo tava bem fresquinho, mas eu não ouvi nenhum "Nossa, quem fez esse bolo? Tá boom!" de ninguém e, modéstia a parte, isso normalmente acontece, tá?


xx

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Pão integral

Adoro fazer pão. Acho quase mágico o processo de um monte de ingredientes líquidos irem tomando forma e consistência até se transformar no alimento mais simples e gostoso do mundo! Ah, como eu amo pão!
Mas a vontade louca e desenfreada de fazê-lo veio depois de ir com meu pai fazer entrega de saquinho plástico em um cliente que tem justamente uma padaria e o cheirinho de pãozinho quente me destruiu! Fui em busca de uma receita de algum pão mais saudável, light, de grão ou semelhante, acabei topando com essa AQUI de pão integral.

*Ingredientes

2 xícaras (chá)de água morna
1 xícara (chá) de óleo
3 colheres (café) de sal
3 ovos
1/2 xícara (chá) de açúcar
3 tabletes ou 45g de fermento biológico (pão)
3 a 5 xícaras de farinha de trigo integral
farinha de trigo comum (até dar o ponto, cerca de 500 a 750g)


*Modo de preparo
Apesar de parecer coisa de profissional, fazer pão não é tão difícil assim, pelo menos essa receita que eu encontrei não ofereceu grandes desafios.
Coloquei a água pra esquentar no microondas e despejei no copo do liquidificador, mas certeza que até eu colocar o óleo, o sal, os ovos, o açúcar e o fermento, aquela água já não tinha mais nada de morna. Pelo menos eu tentei.
Depois de batidos e misturados coloquei a massa do futuro pão numa bacia grande. Sim, a bacia tem que ser grande, pães precisam de espaço! Fui colocando as poucos a farinha integral, incorporando bem á massa, até ela sumir.
Nessa próxima etapa da receita eu aconselho que tenha alguém pra te dar uma assessoria, não porque as coisas vão ficar feias pro seu lado e você mal vai conseguir controlar a massa sozinho, nada disso, mas é hora de deixar o nojinho de lado e aproveitar a parte mais legal de fazer pão: meter a mão na massa, literalmente! O problema é que não da pra colocar toda a farinha de uma vez, tem que ir acrescentando aos poucos enquanto a massa vai encorpando, e aí eu pergunto: como você vai pegar o saquinho de farinha com as mão atoladas na massa do pão? É isso que seu assessor vai fazer, jogar farinha no seu pão até que ele desgrude da sua mão. Minha assessora oficial de pães é minha mãe, beijo mãe!
Com a massa mais durinha, soldando da mão e tal, vem a segunda parte mais legal de fazer pão, bom, esse pão, porque não são todos que passam por esse passo: sovar a massa!!!! Aaah, gente é hora de soltar os bichos e por a raiva pra fora. Pros leigos que não conhecem o termo sovar é bater, atirar! Tem literalmente que atirar a massa num balcão, bancada, sei lá. Vou ser muito sincera e dizer que eu não faço ideia de porque sovar a massa, do que acontece com ela quando sovada, mas vou pesquisar, porque né? que tipo de cozinheira sou eu? Bom, lá fui eu atirar a massa no balcão da cozinha! Com toda a vontade e força dos meus braços, imaginando rostos que eu nunca poderia socar de verdade... HAHAHAHAHA. É, por aí...
Sovei por, não sei, uns 5 minutos. Atirava a massa no balcão, pegava de volta, atirava e assim por diante. Quando achei que já estava bom ou meus braços estarem doendo, dividi a massa em duas, coloquei em uma forma, e deixei crescer até dobrar de tamanho, como dizia a receita. Quando a massa já estava grande o suficiente dei uma apertadinha, porque nas instruções da receita original diziam que ela poderia ir pro forno quando pressionada, a massa permanecesse a fundada, e foi isso que aconteceu, então lá sei foram os pães pro forno até dourar. 
É importante não deixar o pão muito tempo no forno, ficar prestando atenção mesmo, pra massa não perder a leveza. Infelizmente não sei dizer quanto tempo esses pães ficaram assando, mas sei dizer que foi o tempo exato! Juro, dois pães enormes sumiram em menos de dois dias. Sucesso!


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